Não era pra fazer o simples?

Felipe Oliveira

Na última sexta-feira durante uma coletiva, o técnico do Bahia Dado Cavalcanti, argumentou ao ser questionado sobre o time que enfrentaria o Flamengo, “o melhor era simplificar”, disse. Porém quando vimos a escalação antes da partida, percebemos que, de todas as possíveis reposições imaginadas, a opção por Thonny Anderson no meio campo foi uma grande surpresa.

A primeira pergunta que veio na cabeça foi, porque adaptar um atacante no meio campo, sendo que haviam atletas da posição para iniciar o jogo? E a segunda pergunta veio logo em seguida, o Tricolor vai mesmo a campo contra um dos melhores ataques da América do Sul, com apenas um volante de ofício? Realmente faltou “Simplificar”.

Porém pior do que ter pensado em uma estratégia de jogo equivocada, foi ao longo da partida ter demorado para perceber esse equívoco. O torcedor tricolor não via a hora de encerrar a primeira etapa, na esperança de que o treinador concertasse os erros latentes de sua equipe. Mas a alteração feita no intervalo não alterou em nada taticamente.

Entretanto o esquadrão na necessidade de reagir, pois aquela altura perdia por 2×0, se lançou ao ataque, ficando ainda mais exposto. O adversário lógico, não tem nada a ver com esse Delay da comissão técnica, e sacramentou a derrota do time baiano no segundo tempo.

Claro que não é anormal, até pela diferença no elenco, uma derrota para o Rubro Negro carioca. O problema foi como perdeu. O Bahia foi amassado, engolido. E muito por conta dos erros de escalação e de resposta do treinador ao que acontecia em campo.

Após uma semana difícil e depois de dois jogos sem vencer o técnico começa a ficar pressionado

Precisava fazer testes justo contra o Flamengo? Dado apostou alto e pagou caro. Agora é refletir durante a semana e analisar se haverá novas apostas ou finalmente irá simplificar.

 

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