

O Esporte Clube Vitória entrou em campo no Cícero de Souza Marques, pela 16ª rodada do Brasileirão, com uma extensa lista de 10 desfalques, o que comprometeu a estrutura tática de Jair Ventura. O RB Bragantino dominou a primeira etapa, carimbando a trave com Juninho Capixaba logo aos 5 minutos e obrigando Lucas Arcanjo a operar milagres, como a defesa à queima-roupa no chute de Isidro Pitta.
A superioridade foi premiada aos 39 minutos. Após o VAR sinalizar toque de braço de Zé Vitor na área, o árbitro marcou pênalti. O goleiro Tiago Volpi assumiu a cobrança e converteu com precisão, colocando o Massa Bruta na frente. O Vitória, com dificuldades na transição e Matheuzinho pouco inspirado, não conseguiu levar perigo à meta paulista antes do intervalo.

Na etapa final, sob forte chuva em Bragança Paulista, o Vitória voltou mais “acordado”. O atacante Renê foi o nome mais perigoso do Leão, obrigando Volpi a fazer defesas seguras em pelo menos duas oportunidades. Jair Ventura tentou o “tudo ou nada” nas substituições finais, colocando Reno Lopez e Fabri para buscar o empate, mas o rendimento foi o contrário do esperado.
Aos 43 minutos, o Bragantino teve a chance de matar o jogo em novo pênalti, sofrido por Rodriguinho. No entanto, brilhou a estrela de Lucas Arcanjo, que voou no canto direito para defender a cobrança de Eduardo Sasha. Apesar do fôlego extra dado pela defesa do goleiro, o Vitória foi castigado no último lance: aos 54 minutos, Lucas Barbosa aproveitou a exposição do Leão e ampliou para 2 a 0, fechando o placar.
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O revés interrompe a sequência de cinco partidas de invencibilidade do Vitória e adia o sonho de vencer a primeira fora de casa no Brasileirão 2026. Além da derrota, Jair Ventura ganha uma nova preocupação: o zagueiro Zé Vitor recebeu cartão amarelo por reclamação e está suspenso para o próximo confronto contra o Internacional.