

Durante entrevista coletiva concedida na Toca do Leão na manhã desta sexta-feira (4), o presidente do Esporte Clube Vitória, Fábio Mota, descartou qualquer hipótese de crise financeira, problemas de vestiário ou falta de comprometimento do elenco para justificar a recente oscilação de resultados da equipe na temporada.
O dirigente enfatizou que o planejamento orçamentário traçado para o ano vem sendo cumprido rigorosamente pela gestão rubro-negra.
“Não tem corpo mole de atleta, não tem exigência de bicho, repito: os salários estão em dia. Não temos laranja podre dentro do elenco, temos um elenco trabalhador”, declarou o mandatário, afastando os rumores que circulavam nas redes sociais sobre eventuais atrasos em obrigações trabalhistas.
Segundo Fábio Mota, a principal fragilidade enfrentada pelo Vitória é a limitação numérica do grupo de jogadores. Com um elenco enxuto composto por cerca de 30 atletas, o time encontrou dificuldades para manter o nível de intensidade ao disputar simultaneamente três competições ao longo do ano. O presidente ressaltou que a folha de pagamento atual não permite a manutenção de um grupo com 60 peças do mesmo nível técnico, o que elevou o índice de lesões e o desgaste da equipe titular.
O mandatário lembrou a conquista da Copa do Nordeste no primeiro semestre e ponderou que o clube permanece na briga por metas no Campeonato Brasileiro, estando a apenas três pontos da zona de classificação para a Copa Sul-Americana. Por fim, Mota convocou a torcida para apoiar a equipe na reta final do campeonato.