O piloto da Mercedes na Fórmula 1, George Russell, esclareceu recentemente os motivos pelos quais utilizou o simulador da Red Bull Racing nas categorias de base, em 2013. A explicação surgiu após Christian Horner, chefe da equipe Red Bull, mencionar que Russell, Lando Norris e Oscar Piastri pagavam para usar as instalações em Milton Keynes no início de suas carreiras.
Russell detalhou que, naquele período, simuladores de alta tecnologia não eram comuns entre as equipes juniores. A oportunidade de acessar o equipamento da Red Bull, que contava com um carro de Fórmula Renault, servia principalmente como preparação para testes e corridas da categoria em que competia, suprindo uma lacuna tecnológica.
Em entrevista ao podcast High Performance, Christian Horner havia relatado que os pais dos jovens pilotos efetuavam pagamentos para que eles pudessem treinar no simulador da equipe. Horner contou que o responsável pelo simulador chegou a afirmar que Russell, Norris e Piastri eram mais talentosos que os pilotos juniores que a Red Bull já possuía em seu programa.
Apesar do talento reconhecido pelo operador do simulador, Horner lembrou ter levado o caso a Helmut Marko, conselheiro da Red Bull, que, na ocasião, não demonstrou interesse em contratá-los para o programa de jovens pilotos da equipe.





