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Com time reserva, Bahia vence o Vitória no Barradão e quebra jejum histórico em clássicos

Dell marcou o único gol da partida válida pela 5ª rodada do Baianão; arbitragem de Wagner Francisco Silva Souza foi alvo de críticas por lances polêmicos e falta de critério
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25/01/2026 | Atualizado 1 dia atrás
Dell comemorando gol no Ba-Vi
Foto: Letícia Martins/@leticiamartinsphoto

O primeiro Ba-Vi de 2026 terminou com festa tricolor em território rubro-negro. Na tarde deste domingo (25), o Bahia venceu o Vitória por 1 a 0 no Barradão, em partida válida pela quinta rodada do Campeonato Baiano. O resultado foi histórico: além de manter os 100% de aproveitamento do Esquadrão na competição, o triunfo encerrou um incômodo jejum de quase cinco anos sem vencer o rival em sua casa.

O clássico de número 505 foi disputado sob a regra de torcida única pela 31ª vez, refletindo uma realidade que atinge metade dos grandes clássicos nacionais em 2026. Mesmo sem sua torcida, o Bahia, escalado com reservas por Rogério Ceni, soube sofrer e ser letal.

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O Jogo: Intensidade e trave

O primeiro tempo foi marcado pelo equilíbrio e desperdícios. O Vitória, sob o comando de Jair Ventura, criou as melhores chances iniciais. Aos 22 minutos, Erick testou firme após cruzamento de Aitor, exigindo uma defesa espetacular do goleiro Ronaldo. O Bahia respondeu com Nestor, em cobrança de falta que raspou o travessão, e com o jovem Dell, que entrou no lugar do lesionado Ruan Pablo, carimbando o poste na pequena área.

No segundo tempo, a estrela da base brilhou. Aos 15 minutos, após boa jogada de Nestor e cruzamento preciso de Iago, Dell finalizou de primeira no canto esquerdo de Gabriel, abrindo o placar. O Vitória tentou reagir, mas demonstrou ansiedade nas finalizações e parou na defesa tricolor.

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Arbitragem sob fogo cruzado

O clássico foi marcado por uma atuação polêmica do árbitro Wagner Francisco Silva Souza. Torcedores e jogadores criticaram a passividade em lances capitais, como um pisão claro sofrido por Erick (Vitória) na coxa, que não gerou expulsão nem revisão do VAR. O técnico Rogério Ceni também foi advertido com cartão amarelo por não controlar o banco de reservas em meio ao clima tenso da arbitragem “apática”.

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