

Com o encerramento da pausa para o Mundial e o afunilamento do calendário nacional, o Esporte Clube Bahia direciona todas as suas forças para a disputa do Campeonato Brasileiro. Sob o comando do técnico Rogério Ceni, o Tricolor de Aço mapeou o mercado internacional para oxigenar o elenco, visando consolidar sua posição na parte de cima da tabela e carimbar a classificação para a próxima edição da Copa Libertadores da América.
Nesta janela de transferências do segundo semestre de 2026, a diretoria tricolor — chancelada pelos investimentos do Grupo City — confirmou a chegada de peças para setores estratégicos, aplicando contratos de longo prazo (até o fim da temporada de 2031) como estratégia de ativos:
Negociação frustrada (Melou): A cúpula de futebol do Bahia tentou a contratação do atacante Gabriel Pec para reforçar os flancos ofensivos, mas o atleta acabou optando por fechar acordo com o Cruzeiro.
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Para acomodar as novas peças e equilibrar a folha salarial de acordo com o planejamento de Rogério Ceni, o Bahia também oficializou uma lista de saídas, que engloba o término de vínculos temporários, transferências internacionais e empréstimos para clubes satélites do conglomerado:
Manutenção de ativos (Renovações): Em paralelo às contratações, o Bahia blindou o elenco contra o assédio externo e estendeu o vínculo de dois jogadores. O zagueiro Marcos Victor assinou a prorrogação do seu contrato até o final de 2029. Já o volante uruguaio Nicolás Acevedo, peça fundamental na engrenagem de contenção do meio-campo, teve seu contrato ampliado e renovado até o término de 2031.