Gabriel Bortoleto projeta desafios para Audi no GP do México devido à altitude
Piloto brasileiro da Fórmula 1 expressa preocupações com a dirigibilidade do carro e a pressão do turbo em trechos de baixa velocidade.
Resumo da notícia
- O piloto brasileiro Gabriel Bortoleto, da equipe Audi na Fórmula 1, expressou preocupação com o desempenho do motor no Grande Prêmio do México, que acontece neste fim de semana.
- Durante o dia de mídia do GP do México, Bortoleto comentou sobre as expectativas para a corrida, que é a etapa com maior altitude no calendário de 2026.
- Apesar da menor resistência do ar em grandes altitudes, o que teoricamente poderia beneficiar o turbo, Bortoleto não acredita que isso compense totalmente os problemas.
- O brasileiro relembrou as dificuldades de dirigibilidade enfrentadas em corridas recentes, citando a Malásia e, principalmente, Singapura como exemplos de perda de potência e problemas inesperados que dificultaram a pilotagem.
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O piloto brasileiro Gabriel Bortoleto, da equipe Audi na Fórmula 1, expressou preocupação com o desempenho do motor no Grande Prêmio do México, que acontece neste fim de semana. Ele destacou que a alta altitude do Autódromo Hermanos Rodríguez, na Cidade do México, pode impactar a dirigibilidade do carro, especialmente em trechos de baixa velocidade.
Durante o dia de mídia do GP do México, Bortoleto comentou sobre as expectativas para a corrida, que é a etapa com maior altitude no calendário de 2026. “Não vai ser fácil para nós”, disse o piloto, ressaltando a importância de manter a pressão do turbo elevada no último setor da pista, onde a velocidade é mais baixa. Ele espera que a equipe sofra menos do que em etapas anteriores, como Malásia e Singapura.
Apesar da menor resistência do ar em grandes altitudes, o que teoricamente poderia beneficiar o turbo, Bortoleto não acredita que isso compense totalmente os problemas. Ele explicou que o último setor do circuito será de primeira marcha, um dos mais lentos, e a necessidade de pouca downforce na pista faz com que os carros se movam devagar. A aplicação rápida de potência para manter o giro alto será um desafio.
O brasileiro relembrou as dificuldades de dirigibilidade enfrentadas em corridas recentes, citando a Malásia e, principalmente, Singapura como exemplos de perda de potência e problemas inesperados que dificultaram a pilotagem. Bortoleto espera que a equipe não precise passar por uma situação semelhante novamente nesta temporada.
Os treinos livres do GP do México, que se iniciam amanhã, serão cruciais para a Audi e para Gabriel Bortoleto avaliarem o real impacto da altitude no desempenho do carro e buscarem soluções para os desafios técnicos apontados.




