Russell, da Mercedes, vê Ferrari forte e admite desafios com novo pacote no GP México
Piloto britânico destaca dificuldades de equilíbrio e busca soluções antes da classificação do Grande Prêmio do México de Fórmula 1.
Resumo da notícia
- George Russell, piloto da Mercedes, expressou dúvidas sobre o equilíbrio do carro da equipe durante os treinos livres de sexta-feira para o Grande Prêmio do México de Fórmula 1.
- O Autódromo Hermanos Rodríguez, na Cidade do México, apresenta particularidades devido à sua altitude e às exigências aerodinâmicas.
- Russell detalhou que, com o modo reta presente em quase todas as pistas, as equipes já correm com alta carga aerodinâmica na maioria das etapas.
- A principal preocupação da Mercedes, segundo Russell, reside na dificuldade de otimizar o novo pacote de atualizações.
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George Russell, piloto da Mercedes, expressou dúvidas sobre o equilíbrio do carro da equipe durante os treinos livres de sexta-feira para o Grande Prêmio do México de Fórmula 1. O britânico admitiu que a escuderia ainda não conseguiu extrair o potencial máximo do pacote de atualizações recente e apontou a Ferrari como a principal força no início do fim de semana.
O Autódromo Hermanos Rodríguez, na Cidade do México, apresenta particularidades devido à sua altitude e às exigências aerodinâmicas. Russell explicou que a adaptação é distinta de outras etapas do calendário, especialmente pela forma como a carga aerodinâmica precisa ser trabalhada na pista.
“É sempre complicado vir ao México. A maioria das corridas é disputada com uma carga aerodinâmica média, enquanto aqui passamos para a carga máxima”, afirmou o piloto. Ele também mencionou que o uso do modo reta em outros circuitos alterou as referências para as equipes que chegam ao México.
Russell detalhou que, com o modo reta presente em quase todas as pistas, as equipes já correm com alta carga aerodinâmica na maioria das etapas. “Então, quando chegamos aqui, já não há muito mais a acrescentar. Por isso essa mudança relativa é maior do que o habitual, mas não foi um dia ruim”, completou, indicando que a sexta-feira não foi totalmente negativa para a Mercedes.
A Ferrari demonstrou um bom desempenho, com Charles Leclerc liderando as duas sessões de treinos livres. Russell reconheceu que a performance da equipe italiana estava dentro do esperado para o fim de semana, considerando a importância da unidade de potência e do gerenciamento aerodinâmico no circuito. “A Ferrari parecia muito forte, e isso era mais ou menos o que esperávamos para este fim de semana”, disse.
A principal preocupação da Mercedes, segundo Russell, reside na dificuldade de otimizar o novo pacote de atualizações. “Acho que ainda não dominamos totalmente o novo pacote. Estamos percebendo algumas limitações de equilíbrio que estamos tendo dificuldade para superar. Diria que, neste momento, tanto Kimi quanto eu estamos provavelmente mais distantes da janela ideal de funcionamento, algo parecido com o que vimos na Malásia”, afirmou o piloto.
Ao ser questionado sobre as possíveis soluções, Russell apontou para a necessidade de ajustar o equilíbrio do carro. “O comportamento nas curvas não está como queremos e o carro não está tão bem ajustado quanto gostaríamos. Será necessário trabalhar um pouco”, concluiu o piloto, confiante de que a equipe pode encontrar melhorias antes da classificação.




