NASCAR Brasil estreia em Chapecó e pilotos elogiam novo autódromo
Pista catarinense de 1.452 metros e duas curvas marca a primeira de duas etapas dos playoffs da categoria.
Resumo da notícia
- Neste fim de semana, a cidade de Chapecó, em Santa Catarina, sediou a estreia do seu novo autódromo na temporada da NASCAR Brasil, recebendo a primeira das duas etapas decisivas da competição.
- As obras do Autódromo de Chapecó tiveram início em setembro de 2023 e foram concluídas em pouco mais de três anos.
- Gabriel Casagrande, o vencedor da etapa, comentou sobre as particularidades do traçado.
- Além das características da pista, os competidores ressaltaram a relevância de novas praças para o esporte a motor no Brasil.
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Neste fim de semana, a cidade de Chapecó, em Santa Catarina, sediou a estreia do seu novo autódromo na temporada da NASCAR Brasil, recebendo a primeira das duas etapas decisivas da competição. A nova pista de 1.452 metros de extensão foi bem recebida pelos pilotos, que destacaram o traçado e a importância de novas instalações para o automobilismo nacional. Gabriel Casagrande se tornou o primeiro vencedor da história da categoria no local.
As obras do Autódromo de Chapecó tiveram início em setembro de 2023 e foram concluídas em pouco mais de três anos. O circuito apresenta duas curvas distintas e é notável por ser utilizado no sentido horário, uma característica incomum em pistas ovais.
Gabriel Casagrande, o vencedor da etapa, comentou sobre as particularidades do traçado. Ele apontou que o oval se destaca por ter duas retas e curvas diferentes, sem repetições. Segundo o piloto, essa configuração, com uma curva mais rápida e outra mais travada, tende a favorecer disputas e o uso do vácuo.
Além das características da pista, os competidores ressaltaram a relevância de novas praças para o esporte a motor no Brasil. Tito Giaffone, outro piloto da categoria, celebrou a iniciativa de novos autódromos, citando Chapecó, Cuiabá e a reforma em Brasília. Ele mencionou a perda recente de circuitos como Rio de Janeiro e Curitiba, e a situação delicada de outros, como Londrina, Fortaleza e Campo Grande, enfatizando um momento de renovação.
Giaffone também detalhou a experiência de pilotar no sentido horário, algo que ele considerou uma mudança significativa em relação ao habitual. O piloto avaliou positivamente o asfalto, descrevendo-o como “uma benção” e “em ordem”, algo raro no Brasil atualmente. Ele concluiu que o circuito permite simular corridas internacionais, considerando o tamanho e os ângulos das curvas.




