

A derrota do Vitória para o Athletico-PR por 3 a 1, na noite deste domingo (26), foi ofuscada por uma onda de protestos da diretoria e do elenco rubro-negro. O alvo das críticas é a equipe de arbitragem liderada por Bruno Arleu de Araújo e o VAR, comandado por Rodrigo Nunes de Sá. Em declaração forte, o presidente do Leão exigiu respeito à instituição e citou “erros inadmissíveis” que teriam alterado o rumo da partida.
O clube aponta três momentos cruciais de prejuízo: uma agressão ao atleta Zé Vitor (punida apenas com amarelo), o pênalti considerado “inconsistente” que gerou o empate do Furacão, e uma entrada violenta em Renê no segundo tempo que, segundo o mandatário, deveria resultar em expulsão direta. “O Brasil viu o que aconteceu. É um absurdo lances capitais serem decididos dessa forma”, disparou o presidente, direcionando críticas a Rodrigo Cintra, da Comissão de Arbitragem da CBF.
Mesmo fora de campo por lesão, os jogadores Renato Kayzer e Gabriel Baralhas utilizaram suas redes sociais para endossar o protesto. Kayzer sugeriu que o clube virou “alvo” e que o grupo precisará correr em dobro para evitar dúvidas. Já Baralhas classificou a situação como “insustentável”, afirmando que o time se entrega ao máximo, mas segue sendo prejudicado jogo após jogo.


Em nota oficial, o Vitória confirmou que, pelo segundo jogo consecutivo, formalizará uma representação junto à CBF para contestar os critérios adotados pela arbitragem na Arena da Baixada.
O Esporte Clube Vitória vem a público expressar sua profunda insatisfação com a atuação da arbitragem no jogo de hoje contra o Athletico-PR, em especial com o árbitro de campo, Sr. Bruno Arleu de Araújo, e o árbitro de vídeo, Sr. Rodrigo Nunes de Sá.
— EC Vitória (@ECVitoria) April 27, 2026
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